Boneca de Porcelana
Tão doce o teu olhar e eterno seu enfeitiçar,
Boneca de carne, tão atraente e simpática,
Tão inocente e desejada”...
E o que mais te atrai?
Quais mais palavras belas esse homem me traz?
Não sou tua boneca, e tão pouco a mais bela.
Pois das tuas palavras estranhas, se percebo
o engano.
Não sou de porcelana a quem tu enganas,
Não sou tão inocente para que não desvende sua mente,
Não sou a mais bonita, pois isso a todas já foi dita.
Por isso condutor de encantos e instrutor de boneca,
Nem todas são tão frágeis e se atraem por tuas “miragens”.
Autora: Léia Tosani



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