quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Soneto do “amado ainda não conhecido”

Enfim, depois de uma guerra pesada
Cheio de medos, e alma cansada
Aparecera no fim de tudo um alguém
Não tão aparente igual a ninguém.

O gostoso aconchego desejado
O desejo do teu rosto brilhante
Talvez um olhar disfarçado
Com “ele” nada será como antes.

Amarei então “ele”, simplesmente
Nos mais belos poemas de saudades
Com meu coração que pra “ele” não mente.

E no final desse poema, terei tua “imagem”
Pois sei, um dia tão der repente
Nosso amor nascerá em tão pura sinceridade.

Autora: Léia Tosani - criado 14/01/10



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